segunda-feira, junho 26, 2006

Sugestões para hoje...

Festival Urbano Pedras d´água - Baixa pombalina
26 a 7 de Julho
"Programação da semana de 26 de Junho a 2 de Julho:

De 26 a 30 de Junho
- Das 10h às19h - AudioTour - Ao passo das pedras d'água - André Castro
material disponível no cem-centro em movimento, R. Fanqueiros 150,1º
- Das 10h às19h - AudioTour - composição a partir da acção 2 Reverdejar (duração flexível mín 20m) - coordenação Laura Bañuelos
material disponível no cem-centro em movimento, R. Fanqueiros 150,1º

28 de Junho a 4 de Julho
- Das 13h às 15h e das 17h às 22h -nó ma doc - documentário criado a partir de acção 9 "olhares nómadas" - Alex, Rua de S.Nicolau, nº2

30 de Junho a 4 de Julho
- Das 14h às 19h30 - Memória(s) - documentário realizado a partir da acção 3 "movimento com idosos" - Melissa Rodrigues
Rua dos Fanqueiros, 150


30 de Junho
- Ás 19h - Amolador(performance sonora) - Rui Chaves
Rua dos Fanqueiros, 150

2, 3 e 5 de Julho
- Ás 23h (dia 2), 19h30m( dia 3) e 21h (dia 5) - Visita Guiada, trabalho criado a partir da acção 1 "levantamento e gravação de histórias e canções" - Cinira Macedo
Tem que se fazer marcação - TEL: 21.887.19.17
Saída a partir das escadinhas da Igreja de S. Nicolau, Rua da Vitória

2 a 4 de Julho
- Das 8h às 9h - São Aulocin - Bernardo Chatillon
R. de S. Nicolau com a R. dos Fanqueiros


2 a 5 de Julho
- Das 22h às 22h45m - A Unha do Gigante - Ana Rita Teodoro, Nuno Correia
Início da rua da Vitória
Esteja atento à programação de 3 de Julho até dia 7 de Julho!!!


O que tem sido Pedras d’Água na Baixa Lisboeta?

7 meses de trabalho em profundidade, a investigar, a estudar ligando documentos antigos com testemunhos de hoje. 7 meses a escutar as pessoas que habitam a baixa, as que cruzam, as que usam, as que se encantam. 7 meses a identificar movimentos sensíveis. sete meses a ampliar movimentos invisíveis e a trazê-los à respiração colectiva. lavar as pedras, tratar das plantas, almoçar na rua, criar música, ouvir, gravar histórias . 7 meses nas ruas.7 meses em que uma equipe de 16 pessoas fixas e outras tantas que se foram juntando deram uma atenção continuada ao coração de Lisboa. Registámos os sonhos estabelecemos relações, acompanhámos o crescimento do eco de cada um no quotidiano de todos. Janeiro a Julho, desde as poças d’água ao nascer das plantas verdes por entre as pedras, de dia e de noite, queimados pelo sol, raspados pelo vento, a explodir de informação, com o sabor de estar a reconhecer diamantes da grande história da Terra. Habitar, ligar, criar, contemplar devem ser sinónimos num lugar qualquer! 7 meses. Foi muito pouco. Foi apenas o suficiente para perceber que o trabalho é infinito, que não termina aqui…e que, no entanto, está ao alcance de uma fatia do nosso tempo em ligação com um momento no espaço. Acção.
A luz, o vento, a água, as pedras, as pessoas, as transformações e só um momento de “estar com”. Tanto mistério, tanta enormesidade, tanto abandono, tanta disponibilidade, tanta idade, tanta irreverência, tão pouco tempo.
Pedras d’Água na Baixa Lisboeta.
Sobre o visível e o invisível

Para que PEDRAS D’ÁGUA pudesse desenvolver-se em densidade atento à pertinência das acções criativas na sua relação com esta região específica, para que cada indivíduo pudesse ir saboreando e integrando cada momento pareceu-nos fundamental salvaguardar períodos de invisibilidade em que não foi pedido aos intervenientes uma exposição das suas conquistas, das suas histórias.
O nosso conhecimento dos mistérios deste lugar, das consecutivas reconstruções, das constantes mudanças no fluxo de habitantes e outros ocupantes, das memórias de tempos idos que persistem teimosas ainda hoje escritas em cada pedra, foi crescendo lentamente ao mesmo tempo que se enraizava uma fortíssima ligação ao lugar.

O lugar da visibilidade, por seu turno, veio auscultar o eco do trabalho desenvolvido tanto no cidadão comum como num público mais especializado que se deslocava propositadamente aos lugares de actuação.

No decurso dos 7 meses reservámos o mês de Abril e o principio de Julho para desenvolver, respectivamente, “Abril Aberto” e o “Festival Urbano Pedras d’Água”.

Nos outros meses dedicamo-nos á invisibilidade a partir do investimento em 10 acções: acção1- Levantamento e gravação de histórias e canções—acção 2- Reverdejar a Baixa—acção 3-Trabalho com a população mais velha—acção 4- limpeza performativa—acção5- Criação e desenvolvimento de espaços públicos de intervenção—acção 6-desenvolvimento de projectos artísticos site specific—acção 7-acompanhamento continuado do desenvolvimento de cada acção em relação com o lugar—acção 8- Pesquisa contínua de dados sobre a dinâmica da Baixa—acção 9- Documentário “por dentro”: nó ma doc—acção 10- Documentário “por fora”: Conhecemos as pedras que pisamos diariamente?"

c.e.m.
www.c-e-m.org
Rua Dos Fanqueiros , nº150 1º
Tel:21.887.19.17
Festival Rotas - World Music
"Lisboa é um cosmos multicultural, local de cruzamento de nacionalidades, línguas e linguagens. A música, um universo onde não há fronteiras nem barreiras. Por isso, pessoal, venham dançar e celebrar ao som da música do mundo. As boas energias vêm da Argentina com os Bajofondo Tango Club (26 de Junho), um colectivo que aposta na fusão de géneros (house, trance, trip hop, dub, drum n' bass, etc.) com os tradicionais sons do tango. Os Polkaholix trazem a Polka da Alemanha (27 de Junho). Da Bélgica e do Brasil vem uma curiosa fusão que dá pelo nome de Think of One (28 de Junho). Apareçam e misturem-se, porque o que está a dar é a diversidade! Catarina Ferreira

ONDE: Teatro Variedades - Parque Mayer. Tel:218820090
QUANDO: 26 a 28 de Junho, às 22h
QUANTO: Entrada Livre"
LeCool