segunda-feira, junho 25, 2007

Evadir-me, esquecer-me
"Evadir-me, esquecer-me, regressar
À frescura das coisas vegetais,
Ao verde flutuante dos pinhais
Percorridos de seivas virginais
E ao grande vento límpido do mar."
Sophia de Mello Breyner Andresen
Obra Poética I
Caminho

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10 Comments:

Blogger Ana tem a dizer o seguinte...

O mar ... sempre...
(comprei este livro na ultima feira...)
Bjs

1:07 da tarde  
Blogger arte-i-factos tem a dizer o seguinte...

o mar. por vezes apenas o som dele é suficiente.

estamos melancólicas hoje?

3:59 da tarde  
Blogger Floppy tem a dizer o seguinte...

ou a terra...

estamos? ;)

4:02 da tarde  
Blogger boneca tem a dizer o seguinte...

o mar deixa sempre um rasto de soloidão... é demasiado imenso para o compreendermos, e no entanto, sentimo-nos sós com ele.

2:20 da manhã  
Blogger Floppy tem a dizer o seguinte...

mas não acham que a terra, neste caso, é mais forte que o mar?

9:03 da manhã  
Blogger arte-i-factos tem a dizer o seguinte...

sim,acho que tens razão. mas ao principio somos ofuscadas pela palavra mar.

imagino um regresso à natureza. ao que há de mais puro. de essencial.

fotográficamente, imagino uma mulher a refrescar-se na natureza, a senti-la, especialmente pelo toque, a entranhar-se nela e, de repente, ouve o mar.

daí ser ofuscada pelo mar ;)

4:01 da tarde  
Blogger Floppy tem a dizer o seguinte...

sim, foi esse regresso que me chamou a atenção... à pureza, ao principio... era isso que me apetecia ontem ;)

4:55 da tarde  
Anonymous Anónimo tem a dizer o seguinte...

Então e o céu, o vento, a poesia, o sonho e a liberdade?

11:33 da tarde  
Blogger Floppy tem a dizer o seguinte...

Um bocadinho de cada uma dessas coisas está lá! Mas não foi esse que me despertou para estas palavras...

8:25 da manhã  
Blogger Floppy tem a dizer o seguinte...

Um bocadinho de cada uma dessas coisas está lá! Mas não foi esse que me despertou para estas palavras...

8:25 da manhã  

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